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PRÓSTATA – Hiperplasia benigna e câncer– entenda as diferenças

A próstata é uma pequena glândula localizada abaixo da bexiga e à frente do reto, que só os homens possuem e é responsável pela produção de esperma. Ela tem uma função biológica relevante na fase reprodutora do homem. À partir dos 40 anos, duas condições podem afetar uma grande parte dos homens: o câncer de próstata e a hiperplasia prostática benigna. São situações com origens e tratamentos totalmente diferentes.

A hiperplasia prostática benigna, como o próprio nome diz, é uma situação benigna, ou seja, não é câncer da próstata. Os homens com próstata aumentada, na maioria das vezes não tem sintoma algum e tão pouco precisam de tratamento. Já o câncer de próstata, usualmente requer algum tipo de tratamento.

Sintomas da próstata

A hiperplasia benigna da próstata quando sintomática, causa transtornos principalmente na micção. O paciente sente o jato urinário muito fraco e não consegue esvaziar completamente a bexiga e em decorrência disto precisa ir diversas vezes ao banheiro ao longo do dia e da noite. Em casos avançados, pode haver obstrução total da uretra e retenção urinária. Nestes casos a sondagem urinária pode ser necessária. O tratamento, quando necessário, pode ser feito com remédios, cirurgia e atualmente uma técnica que tem ganhado destaque na literatura internacional que é a embolização minimamente invasiva. A escolha da melhor técnica vai depender de uma análise cuidadosa de diversos fatores de cada paciente.

Já o câncer de próstata na maioria das vezes é assintomático e sua descoberta só pode ser feita com o exame físico do urologista associado a alguns exames adicionais como a dosagem de PSA no sangue, a ressonância magnética e a biópsia da próstata.

É importante realizar os exames de detecção precoce da doença anualmente e sempre que seu médico recomendar, pois, se descoberto no início, o câncer de próstata tem até 90% de chances de cura.

Todo paciente com sintomas sugestivos de alterações da próstata deve ser avaliado por um urologista. O exame de PSA associado ao toque retal e a ultrassonografia da próstata são essenciais para o diagnóstico correto.

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