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Quais são a mulheres que devem ser tratadas com a embolização?

Podemos dividir as pacientes que podem ser beneficiadas com a embolização em dois grandes grupos.

Mulheres com prole constituída, ou seja, que não querem mais ter filhos:

Nas mulheres que já tem prole constituída e tem miomas sintomáticos, a embolização é uma técnica minimamente invasiva que pode substituir a cirurgia de histerectomia ou a terapia com bloqueio hormonal. A vantagem da embolização neste grupo de mulheres é que a embolização oferece um tratamento minimamente invasivo em que a mulher retrona mais rapidamente às suas atividades. Tem também a vantagem de ser um tratamento que não deixa cicatrizes. Algumas mulheres, mesmo não tendo mais desejo reprodutivo, ainda sim não querem perder o útero por motivos biopsicossociais.

Mulheres sem prole constituída, ou seja, que ainda querem ter filhos:

Neste grupo de mulheres devemos ter um cuidado muito grande na escolha precisa do tratamento. De uma maneira geral, precisa-se estudar com precisão a localização dos miomas com a ressonância magnética. Alguns miomas têm localização favorável para serem retirados por cirurgia de miomectomia e usualmente este é o tratamento. Entretanto, algumas mulheres têm mais de um mioma e a cirurgia de miomectomia pode vir a apresentar risco de perda uterina. Nestes casos, a embolização é uma ótima alternativa de tratamento pois o risco de perda uterina é mínimo.
Algumas pacientes já foram submetidas a uma ou mais cirurgias de miomectomia e mesmo assim tem recidiva dos nódulos. Neste casos, a embolização também é uma ótima alternativa.

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